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Grêmios estudantis movimentam escolas estaduais

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grêmio estudantil
Foto: Samuel Mota

As escolas estaduais que possuem ensino médio estão em fase de eleição dos grêmios estudantis. O fato está movimentando as instituições de ensino, com as chapas realizando a campanha eleitoral, que será finalizada no próximo dia 18, com a eleição.

O que chama a atenção é o retorno da participação estudantil na rotina escolar, através de um processo democrático, retirando a classe do marasmo, para se colocar como sujeito agente da transformação da escola onde estuda.

O lado negativo, ou até mesmo hilário, são as mirabolantes propostas dos estudantes para as escolas. Alguns estão até prometendo elevar a escola, não na qualidade de ensino, mas na sua estrutura física, com a construção de mais um piso.

Mas essas ‘loucuras’ ideológicas são exceções, uma vez que a grande maioria está determinada a colaborar com a escola, especialmente no âmbito pedagógico, em todas as disciplinas. Falou-se muito no incentivo à leitura, produção textual. Uma das propostas interessantes foi a inclusão da história de Boca do Acre na grade curricular.

Conheça mais sobre o grêmio

De acordo o movimento ‘Todos pela Educação’, o grêmio estudantil é uma forma de organização colegiada ou hierárquica composta pelos alunos de uma escola com o objetivo de representar o seu corpo discente de forma livre e autônoma.

Sua função, além de dar voz oficial às demandas estudantis dentro da gestão escolar e defender os interesses dos alunos, o grêmio é importante por ser uma das primeiras oportunidades que os jovens têm de representar seus interesses e agir politicamente por meio da participação democrática, conciliando opiniões diversas por meio do diálogo.

O grêmio é previsto em lei. A Lei Nº 7.398, sancionada em 4 de novembro de 1985 – durante a redemocratização do Brasil –, dispõe sobre a “organização de entidades representativas dos estudantes de 1º e 2º graus e dá outras providências”. É conhecida como a “Lei do Grêmio Livre”.

Assim como a Associação de Pais e Mestres (APM), a instituição do grêmio como instrumento de gestão democrática também está prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) vigente, aprovado em 2014, na estratégia 19.4.

Como o grêmio atua?

O grêmio representa os interesses dos alunos nas reuniões dos representantes de classe, do conselho escolar e da associação de pais e mestres (APM). É nesses momentos que ele pode levar as demandas estudantis para professores, direção e comunidade, além de participar de decisões que impactam diretamente na vida da escola.

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