4ª Feira das Ciências Integradas atrai multidão. Alunos dão aula de conhecimento

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FEIRA DO CORONEL
FOTO: AGOSTINHO ALVES

Uma verdadeira multidão foi assistir aos projetos apresentados durante a realização da 4ª Feira das Ciências Integradas, promovida pela escola estadual Coronel José Assunção. Sem dúvida foi o maior evento de cunho educacional no ano de 2017, em Boca do Acre, atraindo grande público para as dependências do GM3, na noite do último sábado (9).

Os trabalhos apresentados foram realizados pelos estudantes, com base nos conteúdos estudados durante o ano, em todas as disciplinas. Em túneis, estandes e apresentação teatral, os discentes usaram de criatividade e ludicidade para transmitir a ciência presentes nas artes cênicas, danças, experimentos, história, entre outros.

Todos os projetos ganharam destaque e foram expostos com propriedade. As palmas foram efusivas para os alunos do 1º “1” (ensino médio), que apresentaram danças com os corpos pintados de traços em tinta reflexiva, o que eles chamaram de ‘Luzes e Neon’.

Receberam as mesmas congratulações, os estudantes do 2º “1” (ensino médio), que dramatizaram as três gerações do Romantismo Brasileiro, desde os amantes da natureza, passando pela geração do escapismo, que via a morte como liberdade, finalizando na geração condoreira, que enfatizou a questão escravocrata.

Ainda no quesito dramatização, os finalistas do 3º ano “3” (ensino médio) fizeram uma simulação da Guerra do Paraguai.

Falando de guerras, os concludentes do 3º “1” e “2”, apresentaram projetos dedicados a explicar como se deram as duas grandes guerras mundiais, além do conflito que ficou conhecido como Guerra Fria, que polarizou o mundo em socialismo e capitalismo; de um lado os Estados Unidos, do outro, a extinta União Soviética.

A origem do universo e da vida foi explicitado pelo 1º “2”. E o 1º ano “3” apresentou de forma interdisciplinar a dinâmica dos vulcões e a estrutura de um soneto.

O 2º ano “2” e o “3” falaram de laboratórios. O primeiro mostrou o comportamento da luz e o segundo mostrou experimentos científicos, inclusive com a presença de microscópio.

Os pequenos também deram o ar da sua graça. O 6º ano “1” falou de reciclagem, apresentando o projeto a partir de uma casa construída com papelão. O 6º ano “2” veio trajado do cangaço, colocando em um varal literário, poesias em cordel, que por sinal foram todas entregues aos visitantes.

O 7º ano brincou com a matemática, apresentou até uma cobra viva, na exposição de animais e falou da tribo dos Tupis.

O 8º ano demonstrou sua mensagem de repúdio às drogas e ao bullying. Em outro trabalho, a turma falou da reprodução humana, através dos estágios de concepção ao parto. A mesma turma exibiu e explicou os métodos contraceptivos.

As duas turmas de 9º ano foram destaques, apresentando detalhes da cultura japonesa, inclusive com degustação de sushi e sashimi. A outra turma falou sobre o regime militar, mostrando não só o lado negativo, mas as contribuições que as ditaduras deram para o desenvolvimento do Brasil.

A feira foi encerrada às 22 horas, duas horas e meia depois da abertura oficial, como previa o cronograma. Segundo um dos organizadores do evento, a coordenadora pedagógica Vânia Verçosa, a feira não é um evento exibicionista, mas a oportunidade que os alunos têm de prestar contas à sociedade, a respeito dos conhecimentos adquiridos em sala de aula.

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