Entrar Registrar

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

Criar uma conta

Todos os campos marcados com asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Nome de usuário *
Senha *
Verificar senha *
Email *
Verifar email *

Produtores rurais do Monte reclamam da falta de manutenção da vicinal

Avaliação do Usuário

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa
 
pa monte
FOTO: REMILSON BRITO

Uma das vias por onde passa a riqueza de Boca do Acre, uma das importantes fontes de alimentação, está se deteriorando, criando dificuldades para que o produtor rural possa escoar a sua produção, como fazia antes.

O fato é que pessoas que residem e que têm sua propriedade rural na Estrada do Projeto de Assentamento Monte, nos procuraram para reclamar das péssimas condições da vicinal. A principal reclamação se dá exatamente no trecho que é de responsabilidade de Boca do Acre.

Lábrea faz a sua parte

“Na parte de Lábrea, está tudo bem, nossos veículos conseguem trafegar tranquilamente, os caminhões conseguem passar pelas pontes, andar normalmente pela estrada, mas do Cotovelo para cá, parte de Boca do Acre, aí a coisa já começa a piorar”, relata o produtor, que prefere não se identificar.

Os fazendeiros afirmam o temor pelo fechamento da estrada, quando o período chuvoso ficar ainda mais intenso.

Pontes desabando

Há pelo menos duas semanas, moradores e quem passava pelo local registraram uma caminhonete que ficou impedida de seguir viagem pelo fato de ter um dos pneus travados por estar dentro de um buraco no assoalho de uma das pontes.

“Se um carro desse que é leve, quase não consegue passar e por pouco não sofre um sério acidente, imagina um boiadeiro carregado de bois, pesando toneladas, passando por cima de uma ponte em deterioração”, destaca o mesmo fazendeiro.

Boca do Acre não faz a sua parte

Ainda de acordo com relatos dos pecuaristas, a prefeitura não se dispõe a fazer os trabalhos de manutenção das vicinais. Quando determina que a patrulha mecanizada do município vá recuperar trechos, exige que os pecuaristas comprem o óleo diesel e óleo lubrificante.

“Todo mundo falava da Dorinha, mas na época dela, passamos os quatro anos trafegando no inverno e no verão, sem dificuldade e quando tinha algum ponto crítico, ela mandava o maquinário arrumar, por conta do município, sem ser preciso o pecuarista desembolsar do seu lucro para fazer um serviço que é de responsabilidade do prefeito”, destacou o pecuarista.

Curta nossa página no Facebook

Designed by ABCMIX Joomla Site Designer - 2015