Seis partidos costuram chapa para o Governo do AM como 'terceira via independente'

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A aliança pretendida pelo Avante, PSL, PMN, PPL, PMB e o Patriota é para uma chapa completa, incluindo nomes como Chico Preto e Coronel Audo Albuquerque

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Foto: Divulgação

Lideranças de seis partidos políticos iniciaram conversas há mais ou menos um mês na tentativa de unir forças em torno das eleições de 2018 no Amazonas. Seria uma espécie de Terceira Via independente para enfrentar os “velhos” grupos de caciques políticos locais. A aliança pretendida pelo Avante, PSL, PMN, PPL, PMB e o Patriota vai além de coligações proporcionais convencionais. Os líderes desses partidos querem formar uma chapa completa com candidatos a governador, senador, deputados federais e deputados estaduais.

“O eleitor está cansado da velha política praticada há 35 anos no Estado do Amazonas, quando os caciques fingem que brigam nessa eleição, mas estão juntos nas outras. Vimos essa insatisfação nas eleições suplementares para o governo do Estado em 2017. Todos sabem que quem venceu o pleito foram os votos brancos, nulos e abstenções. Por isso, esse grupo quer mudar, quer renovar, oxigenar a política amazonense com ideias e líderes novos”, argumenta Willace Souza, membro da executiva do Avante. Filho do ex-deputado estadual Walllace Souza (já falecido) e sobrinho do deputado federal Carlos Souza (PSDB-AM), o jovem de 23 anos, estudante de Administração, na Fametro, é pré-candidato a deputado federal pelo Avante.

Lideranças de seis partidos políticos iniciaram conversas há mais ou menos um mês na tentativa de unir forças em torno das eleições de 2018 no Amazonas. Seria uma espécie de Terceira Via independente para enfrentar os “velhos” grupos de caciques políticos locais. A aliança pretendida pelo Avante, PSL, PMN, PPL, PMB e o Patriota vai além de coligações proporcionais convencionais. Os líderes desses partidos querem formar uma chapa completa com candidatos a governador, senador, deputados federais e deputados estaduais.

“O eleitor está cansado da velha política praticada há 35 anos no Estado do Amazonas, quando os caciques fingem que brigam nessa eleição, mas estão juntos nas outras. Vimos essa insatisfação nas eleições suplementares para o governo do Estado em 2017. Todos sabem que quem venceu o pleito foram os votos brancos, nulos e abstenções. Por isso, esse grupo quer mudar, quer renovar, oxigenar a política amazonense com ideias e líderes novos”, argumenta Willace Souza, membro da executiva do Avante. Filho do ex-deputado estadual Walllace Souza (já falecido) e sobrinho do deputado federal Carlos Souza (PSDB-AM), o jovem de 23 anos, estudante de Administração, na Fametro, é pré-candidato a deputado federal pelo Avante.

“Sempre tive pretensões políticas.   Em 2016 teve um ensaio (vice prefeito) e em 2017 sai do PR (Partido da República) porque o partido tomou um rumo que não condiz ao planejamento da minha trajetória política. Já vinha sondando a possibilidade de ir para alguns partidos, principalmente, uma legenda que estivesse fora do eixo dos caciques do Estado e também que não tivesse se aliado a esses grupos políticos tradicionais envolvidos na Lava Jato. Conversamos com lideranças locais e também em Brasília sobre a intenção de disputar o governo do Estado não apenas para disputar o cargo, mas reunir um grupo de jovens, de empresários, líderes comunitários que estejam interessados em fazer parte desse novo movimento. À época, o pastor Everaldo estava vindo para o Amazonas apresentamos o nosso projeto político e foi aceito. Chegamos no momento de virar a página e tirar essas pessoas que estão há 20 e 30 anos se revezando no governo do Estado. Vimos claramente na eleição de 2017 pelo número de votos brancos e nulos que a população não se vê representada nas urnas. E são essas pessoas que estão a espera de um novo nome para confiar”.

Júnior Brasil - Pré-candidato ao governo  pela Rede

Pré-candidato pela Rede, o perito da Polícia Federal, Junior Brasil já foi candidato a vice governador, em 2014, pela chapa encabeçada por Marcelo Ramos (PR) que obteve mais de 179 mil votos. Segundo Brasil, a construção de um projeto político com a sociedade foi o grande diferencial da sua primeira candidatura. “A pré-candidatura reafirma ao povo amazonense o nosso compromisso de que é possível construir não uma terceira via, mas a única via possível conciliando a transparência, combate à corrupção, redução das desigualdades e o compromisso absoluto com o povo”, afirmou o investigador.

De acordo com o perito federal, a sua pré-candidatura vem abrir um novo caminho para um milhão de amazonenses que deixaram de votar no pleito suplementar por conta da desilusão com a política local e suas lideranças. “Com coragem e experiência na gestão pública vamos conseguir levar a mensagem que é possível inaugurar um novo tempo no Amazonas virando essa página e tendo um governo voltado para causas populares”, frisou.

“A nossa pré-candidatura é a única que tem o compromisso com a transparência, combate à corrupção e com o uso adequado dos recursos públicos. Não podemos ter uma cidade imersa em problemas de segurança pública, educação e um interior abandonado”, disse.

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