Professores municipais poderão ter o pior reajuste da história: 4,75%

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FOTO: INTERNET

A resposta da Prefeitura de Boca do Acre foi bem menor do que o esperado pelo Sepam, apenas 4,75% de reajuste, a menor elevação de salário, desde que foi criada a data-base. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipal (Sepam), propôs o aumento de 13%.

Se a Prefeitura ceder ao que pede o sindicato, cada matrícula receberá em valores R$ 195,42, fazendo com que o salário do professor de 20 horas chegue a R$ 1.698,68. No entanto, se prevalecer o que a Prefeitura colocou como contraproposta, o ganho dos profissionais do magistério será de tão somente R$ 71,40, elevando os vencimentos de 20 horas para R$ 1.574,66.

O Sepam recebeu com surpresa e indignação a sugestão de reajuste da Prefeitura. O sindicato realizará uma assembleia para passar as informações para os professores. Ainda de acordo com o Sepam, o assunto de greve não está descartado, mas será debatido com a classe.

Em 2016, no último ano de mandato do ex-prefeito Iran Lima, o reajuste foi de 7%. Em 2017, no primeiro ano de mandato do prefeito José Maria, o reajuste caiu para 5%, que pode ser ainda menor em 2018.

Abono

Outra questão debatida entre SEPAM e Prefeitura foi o restante do abono do Fundeb. Segundo informações do próprio sindicato, os professores receberam no dia 14 de outubro de 2017, 50% do valor, que foi da ordem de R$ 1.518,00 para cada 20 horas. O problema é que os professores esperavam o mesmo valor, ou seja, a outra metade.

A realidade é que a metade que era para ser de mais R$ 1.518,00 para cada 20 horas, se transformou em pouco mais de 600 reais por matrícula.

O SEPAM disse que obteve como resposta do Poder Executivo que o Fundeb já foi todo repassado, e que a Prefeitura não tem mais nenhuma dívida com a classe.

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