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A Amazônia brasileira é objeto do maior programa de conservação de florestas tropicais do planeta, com 54% das áreas remanescentes de mata protegidas, mas apesar das medidas protetivas, os recursos naturais continuam sendo explorados. De acordo com um estudo publicado nesta terça-feira no periódico “PeerJ”, entre 2010 e 2015 foram registrados oficialmente 4.243 casos de atividade ilegal, sendo a degradação da vegetação o maior dos problemas.

— Normalmente, os estudos sobre a Amazônia são focados no desmatamento, mas a gente conseguiu montar um panorama geral das atividades ilegais nas unidades de conservação — comentou o coautor do estudo Érico Kauano, da Universidade Federal do Amapá e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. — E essa amostra é dos registros oficiais, é provável que aconteçam muitos outros casos que não são notificados.

Dos registros de infração analisados, 1.585 foram classificados como de “supressão ou degradação da vegetação”, ou 47,4% do total de casos, seguidos por “pesca ilegal”, com 1.160 registros (27,3%¨), e “atividades de caça”, com 770 notificações (18,2%). Ainda foram autuados 202 casos de “mineração ilegal”; 175 de “ocupação ou construção irregular”; 136 de “práticas e condutas em descordo com as regulações”; 132 atos “contra a administração ambiental”; 40 de “uso ilegal de produtos florestais não madeireiros”; 26 de “atividades de agricultura e criação de animais”; e 17 de “poluição”.

— A extração e caça seletivas eliminam espécies chave que são essenciais para a manutenção dos processos ecológicos que mantém uma floresta saudável — apontou Fernanda Michalski, professora da Universidade Federal do Amapá e coautora da pesquisa.
Armas e animais mortos apreendidos dentro de uma unidade de conservação na Amazônia – Erico Emed Kauano

A Amazônia brasileira cobre uma área de aproximadamente 4,3 milhões de km², cerca de metade de todo o território nacional, com população de 21,6 milhões de pessoas. Foram analisados dados de 118 Unidades de Conservação, tanto de proteção integral como de uso sustentável, que totalizam cerca de 600 mil km². Ao todo, a Amazônia possui 127 Unidades de Conservação, mas nove delas foram criadas depois de 2010.

Segundo Kauano, a hipótese inicial era que mais casos fossem registrados nas áreas de proteção integral, por serem mais restritivas, mas isso não aconteceu. As infrações são espalhadas de forma quase uniforme por todas as áreas de conservação. As exceções estão na pesca ilegal, com mais registros nas zonas litorâneas, e na degradação da vegetação, mais concentrada no chamado Arco do desmatamento.

Além disso, os pesquisadores apontam uma variável que influencia no número de registros de atividades irregulares: a presença de população. A densidade populacional no entorno das unidades de conservação foi o “mais importante preditor para o número total de infrações”. A segunda variável mais relevante foi a acessibilidade, tanto por rio como por estradas.

— Um dado interessante que a gente notou foi a relação negativa da pesca ilegal nas reservas de uso sustentável, ou seja, a população está ajudando a conter os ilícitos — comentou Kauano. — Não existe uma receita mágica para conter as atividades ilegais, mas as ações educativas nas comunidades ribeirinhas são um dos instrumentos. Também é preciso aumentar a presença da fiscalização e apresentar alternativas de renda para a população.

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A proposta está prevista no Programa de Qualificação para a Exportação, desenvolvido pela Apex-Brasil


O Centro Internacional de Negócios do Amazonas (CIN-AM) está fomentando diversas ações e capacitações junto aos empresários do Estado por meio do Projeto Extensão Industrial Exportadora (Peiex) da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O projeto está sendo promovido em diversos estados brasileiros e tem o objetivo de alavancar as exportações em cada região levando em consideração a potencialidade do mercado local.

Todo empresário, independente do porte de sua empresa, pode participar doProjeto Extensão Industrial Exportadora. Os interessados podem buscar informações na sede do CIN-AM, na Avenida Joaquim Nabuco, no prédio da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), no Centro de Manaus, ou pelo telefone (92) 3212-5216.

A proposta está prevista no Programa de Qualificação para a Exportação, desenvolvido pela Apex-Brasil. A agência atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira.

“Em parceria com a agência pretendemos promover uma série de ações diversificadas para valorizar os produtos e serviços amazonenses  no exterior e essas ações estão diretamente ligadas ao lançamento do PEIEX no nosso estado”,  explica o gerente executivo do CIN-AM, Marcelo Lima. 

Internacionalização

O Peiex é parte integrante do Plano Nacional de Cultura Exportadora voltado às empresas que estão no início do processo de internacionalização (exportadoras iniciantes) e que têm interesse em exportar. “O projeto já existe em outros estados brasileiros e agora será lançado em Manaus, com isso temos mais uma base importante para quem quer começar a exportar, com oficinas, palestras e consultorias”, completou Lima.

Oficialmente, o projeto será lançado na segunda quinzena de agosto, porém suas atividades com oficinas e consultorias já estão em andamento no CIN-AM. O Peiex oferece serviços de capacitação e assessoria gratuita para as empresas de pequeno e médio porte desenvolverem o potencial de exportação e ampliarem seus mercados. “Para o Amazonas é muito importante mais esse projeto. Temos crescido bastante nas exportações do estado nos últimos anos, mas ainda temos um grande potencial que pode ser desenvolvido”, analisa Marcelo Lima.

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Juiz da Lava Jato acolheu pedidos da Secretaria de Segurança Pública do Paraná e da Polícia Federal

Brasília – O juiz federal Sérgio Moro adiou o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Inicialmente marcado para 3 de maio, o depoimento foi remarcado a pedido da Secretaria de Segurança Pública do Paraná e da Polícia Federal para 10 de maio.

As corporações alegaram necessidade de mais tempo ‘para providências de segurança’ diante de manifestações populares que deverão ocorrer em Curitiba, onde fica o gabinete de Moro.

Nesta ação, Ministério Público Federal sustenta que Lula recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio – de um valor de R$ 87 milhões de corrupção – da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012. As acusações contra Lula são relativas ao recebimento de vantagens ilícitas da empreiteira OAS por meio do triplex no Guarujá, no Solaris, e ao armazenamento de bens do acervo presidencial, mantido pela Granero de 2011 a 2016.

Na decisão, Moro chamou a atenção para os protestos. “Manifestações são permitidas desde que pacíficas. Havendo, o que não se espera, violência, deve ser controlada e apuradas as responsabilidades, inclusive de eventuais incitadores.”

A ÍNTEGRA DA DECISÃO

DESPACHO/DECISÃO

A ação penal está em fase final de instrução, com a realização dos interrogatórios.

O interrogatório de Luiz Inácio Lula da Silva foi designado para 03/05/2017, às 14:00.

O Ilmo. Sr. Secretário de Segurança Pública do Estado do Paraná e o Ilmo. Sr. Superintendente da Polícia Federal do Paraná requereram, no evento 738, mais tempo para providências de segurança.

Decido.

É possível que, na data do interrogatório, ocorram manifestações favoráveis ou contrárias ao acusado em questão, já que se trata de uma personalidade política, líder de partido e ex-Presidente da República.

Manifestações são permitidas desde que pacíficas.

Havendo, o que não se espera, violência, deve ser controlada e apuradas as responsabilidades, inclusive de eventuais incitadores.

Considerando que as forças de segurança pleitearam tempo adicional para os preparativos necessários, redesigno o interrogatório de Luiz Inácio Lula da Silva para 10/05/2017, às 14:00.

Comuniquem-se o Ilmo. Sr. Secretário de Segurança Pública do Estado do Paraná e o Ilmo. Sr. Superintendente da Polícia Federal do Paraná.

Desde logo, esclareço que, na referida audiência, será, por questões de segurança, permitida somente a presença do Ministério Público Federal, dos advogados do Assistente de Acusação, do acusado e de seus advogados e dos defensores dos demais acusados, sem exceções.

Ciência às partes na audiência de hoje. Fica a Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva, conforme compromissos assumidos, encarregada de cientificá-lo da redesignação. A ausência no dia 03/05 será interpretada como efetiva ciência.

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Duas medidas publicadas essa semana pelo Palácio do Planalto enfraquecem a proteção de importantes Unidades de Conservação, reduzem suas áreas e as entregam à pecuária

Na calada do ano, mais sinais de retrocesso ambiental vêm de Brasília. O governo publicou nesta terça-feira (20) duas Medidas Provisórias, a MP 758/2016 e a MP 756/2016, que alteram os limites de quatro Unidades de Conservação (UCs), reduzindo o nível de proteção legal e incentivando a permanência dos posseiros nas áreas.

A MP 758 altera os limites do Parque Nacional do Jamanxim e da Área de Proteção Ambiental do Tapajós em favor do Ferrogrão, linha férrea de transporte de grãos que planejada para ligar Mato Grosso ao Pará. Por sua vez, a MP 756 reconfigura os limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim e do Parque Nacional do Rio Novo, além de criar a Área de Proteção Ambiental do Jamanxim. Todas essas Ucs estão localizadas no Pará.

Mesmo com recomendação do Ministério Público em agosto desse ano pela suspensão de qualquer alteração da Flona do Jamanxim, que já tem seu território cortado pela BR-163, o governo seguiu adiante com a ideia de enfraquecer a preservação da região. O ato abre o caminho para a regularização de dezenas de estabelecimentos rurais localizados dentro da Flona, além de abrir também um perigoso precedente.

“A Unidade de Conservação com o maior desmatamento do país é a Flona do Jamanxim. Apenas em 2015, mais de 9 mil hectares foram destruídos. E o governo, ao invés de reforçar a proteção dessas áreas, prefere retirá-las da Flona e oferecer de mão beijada para os posseiros e invasores”, defende Romulo Batista, da campanha da Amazônia do Greenpeace Brasil.

A Flona perdeu no total 743,5 mil hectares. Desse total, 304,8 mil foram para a recém-criada Área de Proteção Ambiental Jamanxim, onde está a maioria dos posseiros, que praticam em sua maioria a pecuária e agora podem ser regularizados. O restante foi para o Parque Nacional Rio Novo. Essa mudança pode facilitar a instalação de obras de infraestrutura e a ocupação de áreas que antes eram destinadas a conservação e uso sustentável da floresta.

Para Batista, o governo está indo na contramão da conservação ambiental. “Ao invés de combater o desmatamento, se dá uma clara indicação que o crime compensa e a anistia dada a desmatadores no Código Florestal não é exceção. Lembrando que esse ano tivemos um aumento de quase 30% na taxa de desmatamento da Amazônia. A insistência do Palácio do Planalto em negar a realidade pode custar caro para a Amazônia e para o resto do Brasil”.

Surpresas de fim de ano

Essas duas Mps não foram os únicos presentes de grego que o governo preparou para o fim do ano. Ainda na semana passada, o Ministério da Justiça sinalizou a pretensão de modificar os procedimentos para a demarcação de terras indígenas no Brasil, travando os processos em andamento – como o do povo Munduruku, no Tapajós – e colocando em risco de revisão territórios já reconhecidos.

A cereja do bolo ficou a cargo da Casa Civil, que apoiou e orientou a votação do Projeto de Lei 3729/2004 que altera a legislação referente ao Licenciamento Ambiental no Brasil. A pauta contém diversos pontos polêmicos como a dispensa de licenciamento para atividades poluidoras específicas, criação do licenciamento autodeclaratório e flexibilização das exigências ambientais. Na prática, estaríamos sob o constante risco, no país inteiro, de novas tragédias como a de Mariana (MG). Mais de 250 organizações assinaram uma nota de repúdio à iniciativa do Executivo. Com a pressão, a votação foi suspensa, mas tudo aponta que deve ocorrer no próximo ano.

Então vem embate pela frente. A cúpula do governo, assim como os ruralistas, precisa entender que não adianta o país crescer de qualquer jeito, às custas dos direitos socioambientais. O desenvolvimento brasileiro deve ser aliado ao Desmatamento Zero. A nossa maior riqueza são nossas florestas e todos os serviços ambientais estratégicos que elas nos prestam.

Fonte: Greenpeace

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obmep
Foto: Internet

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP - premiou com medalhas e menção honrosa os estudantes que se destacaram durante a realização do evento em 2016. Boca do Acre ganhou destaque no estado do Amazonas com 15 alunos que conseguiram êxito no teste, sendo condecorados com medalhas de bronze e menções honrosas.

A OBMEP é divida por nível. No Nível 1, participam os alunos do 6° e 7º ano, no Nível 2, do 8° e 9º ano e no Nível 3 alunos do Ensino Médio. A escola municipal Benício Rodrigues Pena foi o grande destaque da OBMEP 2016, com 06 alunos que receberam menções honrosas, além de uma professora da escola que foi homenageada com uma premiação.

Dos 15 alunos premiados, 09 estudam em escolas estaduais (Antônio José Bernardo Vasconcelos, Almirante Barroso e Coronel José Assunção) e 06 fazem parte da rede municipal de ensino (Benício Rodrigues Pena). Confira abaixo a lista dos premiados.

Medalhas de bronze

RIELY NILCE DE MELO AVILAR, da escola estadual Almirante Barroso;
MATEUS DE SOUZA PINHEIRO, da escola estadual Antônio José Bernardo Vasconcelos.

Menção honrosa, Nível 1

LUCAS BARRETO DA ROCHA, da escola estadual Barão de Boca do Acre;
PAULO NARCISO CRUZ DE SOUZA, da escola estadual Coronel José Assunção;
RUAN DA SILVA LIMA e SÂMIA ALVES LIMA, ambos da escola municipal Benício Rodrigues Pena.

Menção honrosa, Nível 2

YURI MUSTAFA SCHWERZ e GUILHERME PEREIRA SILVA AVILAR, da escola estadual Almirante Barroso;
RAILAND LIMA DA SILVA, RAILSON SOUZA DA CRUZ, VALCY FERNANDES DE ARAUJO NETO e JOÃO PEDRO SOUZA SANTANA, da escola municipal Benício Rodrigues Pena.

Menção honrosa, Nível 3

MAILSON COSTA DE QUEIROZ e DIEGO DE ALMEIDA CAMPOS, da escola estadual Antônio José Bernardo Vasconcelos;
ELITON DE SOUZA SILVA, da escola estadual Coronel José Assunção.

Professora premiada

MARIA ANTÔNIA PEREIRA BESSA, professora da escola Benício Rodrigues Pena foi premiada.

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Governo apresentou cronograma de vigilância de desmatamento até 2020; novo sistema detecta redução na devastação da Amazônia
desmatamento cerrado

O governo federal anunciou nesta quinta-feira, 5, as estratégias do Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros, com prioridade para o Cerrado, e divulgou os primeiros dados do novo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter-B), indicando uma redução da área desmatada na Amazônia. Segundo o levantamento feito por satélite entre agosto de 2015 e abril deste ano, o desmatamento atingiu 3,6 mil quilômetros quadrados da região.

O programa dos biomas vai avaliar a cobertura vegetal, queimadas e recuperação da vegetação com um cronograma a ser implementado até 2020. Os biomas incluídos são, além da Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal, Pampa e Caatinga. As metas preveem que haverá um monitoramento anual de desmatamento para o Cerrado já neste ano. Uma vigilância contínua para o Cerrado será implementada em dois anos. Para a Mata Atlântica ocorrerá um monitoramento em 2017 e para os demais biomas, apenas em 2018.

Desmatamento. Em relação à Amazônia, o governo informou que o Deter-B mostrou uma redução da área desmatada em torno de 2,2 mil km² em relação ao levamento oficial (Prodes) divulgado no ano passado. O Prodes identificou um desflorestamento em 5,8 mil km². “Não é para comparar, mas o Deter-B mostra que estamos 2,2 mil km² abaixo da taxa anterior”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Segundo ela, a revelação do novo sistema é animadora porque as informações que estavam chegando ao ministério eram de que o desmatamento estava avançando, por causa do momento econômico ruim.

“Ainda temos três meses críticos (de maio a julho) no combate ao desmatamento e temos de fazer esforços para que esta taxa de desmatamento caia. Mas o importante é que os números estão dentro do previsto pela fiscalização”, disse a ministra. Os dados do Prodes incluem as informações colhidas entre agosto do ano anterior e julho do ano em curso.

Izabella destacou também que a taxa de desmatamento medida pelo Prodes é feita mais detalhadamente com a checagem em campo das informações recebidas pelos satélites. No entanto, a ministra enfatizou que o Deter-B vai oferecer os dados que indicam onde estão áreas com grande tendência de desmatamento. “É a primeira vez que foi feito este dado. Estamos enxergando mais, antes, para combater o desmatamento da Amazônia”, disse.

Uso da terra. O governo também divulgou nesta quinta uma avaliação do uso da terra nas áreas desflorestadas da Amazônia Legal entre 2004 e 2014. O resultado aponta um aumento da chamada vegetação secundária, o que significa que áreas desmatadas no passado estão com maior robustez de floresta.

O documento mostra também que a faixa etária da floresta é predominantemente acima de 11 anos. “Ou seja, está se consolidando (o reflorestamento)”, avaliou a ministra.

Os números mostram ainda um incremento da agricultura na região, mas ocupando áreas principalmente que eram de pastagem. Isso significa que não houve novos desflorestamentos para a agricultura. A pastagem ainda é predominantemente a atividade que mais substituiu a floresta.

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O deputado Adjuto Afonso (sem partido) repercutiu na manhã desta terça-feira, 29, os encaminhamentos da VI Reunião Ampliada do Parlamento Amazônico, realizada no último dia 23, em Porto Velho (RO), em que participou representando a União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), entidade da qual é vice-presidente. Dentre as pautas, o parlamentar destacou a discussão sobre a BR 319, a dragagem do rio Madeira e um Acordo de Cooperação Técnica, que será firmado entre Rondônia e o Amazonas, para beneficiar comunidades na fronteira entre os dois Estados.

Para o parlamentar é fundamental acelerar a retomada da obra de recuperação da BR 319, para garantir a integração social e econômica, e fomentar o desenvolvimento regional.

"O senador Valdir Raupp (PMDB/RO) informou que dia 30 (quarta-feira), terá uma reunião em Brasília, referente a BR 319, que foi o principal assunto do encontro. A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado vai reunir com o Ibama, Dnit, para que se possa de uma vez por todas conseguir a licença para essa estrada tão importante para a nossa região, para o Estado de Rondônia, Estado do Amazonas, Estado do Acre. Eu quero dizer mais uma vez da importância dessas reuniões do Parlamento Amazônico", disse o deputado.

Rio Madeira

O deputado Adjuto Afonso também destacou um anuncio feito pelo senador Valdir Raupp que poderá beneficiar os armadores locais que transportam cargas via fluvial pelo rio Madeira. De acordo com o parlamentar, o senador garantiu que até o mês de junho será feito a dragagem do rio Madeira, assim como sua sinalização. "Nessa hidrovia que vai de Manaus a Porto Velho, certamente, a navegação, as embarcações terão maior segurança não tenho dúvidas disso".

Acordo Técnico

Por último, Adjuto Afonso falou que foi discutido com o presidente da Assembleia de Rondônia, Maurão Carvalho (PMDB/RO), a possibilidade de um Acordo de Cooperação Técnica entre o Rondônia e o Amazonas para beneficiar a população que reside na fronteira entre os dois Estados, compreendendo os municípios de Porto Velho (RO), Canutama (AM) e Humaitá (AM).

"Nós, deputados do Amazonas, discutimos aquele acordo técnico entre o Estado do Amazonas e o Estado de Rondônia, sobre a área próximo de Porto Velho, que é do município de Canutama (AM). A população daquela área do km 70 da BR 319, já quase na periferia de Porto Velho, precisa de atendimento. Que esse acordo técnico seja definido para que o Estado de Rondônia possa fazer algum benefício, até porque todos os serviços básicos daquela região são atendidos pelo Estado de Rondônia.

O deputado informou que será feito um requerimento com a assinatura dos deputados que participaram da reunião, para ser encaminhado ao governo do Estado do Amazonas, que tomará as devidas providências. A assinatura do termo permitirá a atuação das administrações públicas na região, tendo em vista que a lei proíbe que um gestor atue fora de seus domínios, porém, conforme os parlamentares, "na fronteira as responsabilidades precisam ser divididas, em razão das distâncias e das necessidades".

O deputado parabenizou o presidente do Parlamento Amazônico, Sinésio Campos (PT/AM), pela reunião com os parlamentares da região amazônica que discutiu melhorias para os Estados do Norte de forma geral.

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Pedidos de filiação deverão ser aprovados por colegiado, o que vai filtrar adesão de políticos. O partido negou que a medida vise barrar a articulação do Palácio do Planalto

A Executiva Nacional do PMDB aprovou hoje (16) uma resolução que obriga que todas as novas filiações partidárias de deputados federais e senadores sejam aprovadas pelo colegiado.

O vice-presidente da sigla, senador Valdir Raupp (RO), que presidiu a reunião, negou que o objetivo da medida é barrar articulação do Palácio do Planalto e da bancada peemedebista do Rio de Janeiro de trazer deputados de outros partidos para a sigla com a intenção de apoiar a volta do deputado Leonardo Picciani (RJ) para a liderança do partido na Câmara. Picciani é aliado da presidenta Dilma Rousseff e foi substituído por Leonardo Quintão (MG).

“Não vejo que isso seja para proteção de A ou B, é um filtro. A disputa está entre dois líderes. Se um tem condição de trazer [aliados de outros partidos], outro também tem. O que tem que acabar é essa história de lista, isso tem causado um constrangimento muito grande para os parlamentares que tem que ficar entre uma lista e outra. Quando há duas listas em jogo, isso divide a bancada, acabam tomando partido os senadores e os governadores”, afirmou Raupp.

O senador também minimizou a aprovação da resolução. “O vereador com mandato para entrar no partido precisa passar pelo Diretório municipal, um deputado estadual precisa do consenso da bancada do partido nos estados e também a da Executiva estadual, então foi puxada para a Executiva Nacional essa prática”, explicou.

Segundo Raupp, nos casos de deputado federal e senador, a Executiva terá prazo de dez dias para apreciar e aprovar o nome do interessado em ingressar no partido.

Cunha

A ideia da resolução foi articulada pelo presidente do PMDB, Michel Temer, e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), em reunião na segunda-feira (14), ambos não compareceram ao encontro.

Perguntado sobre a força que o presidente da Câmara ainda tem no partido, Raupp desconversou. “O partido precisa desse tempo para compreender todos esses episódios, inteligência para buscar caminhos e coragem para seguir em frente. Acho que o PMDB tem feito isso ao longo de sua história. O PMDB não vai se abalar de maneira nenhuma. Se alguns membros do PMDB estão com problemas, o PMDB é muito grande e vai sobreviver a todas essas intempéries, todas essas turbulências”, disse.

Reação

O ex-líder da legenda na Câmara Leornado Picciani, que foi vencido na votação, reagiu à medida e afirmou que vai questioná-la judicialmente, com apoio de alguns diretórios estaduais.

“A rigor ela [ a resolução] não poderia ser feita, porque qualquer mudança no estatuto só pode ser feita na convenção [do partido]. A Executiva não tem autoridade e nem poder estatutário para modificar o estatuto do partido, portanto, criou-se esse mecanismo para dar um contorno de legalidade, mas que certamente não configura legalidade”.

Picciani criticou a influência de Eduardo Cunha no partido. “É lamentável que o PMDB, que sempre teve na sua condução a marca do diálogo, tenha permitido que a truculência e os desmandos que hoje marcam a direção da Câmara dos Deputados tenham vindo para dentro do partido”, disse.

O parlamentar também ressaltou que vai trabalhar para a realização de uma nova eleição para líder em fevereiro, quando começa a nova legislatura.

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corpo de dorNo caso da maioria das pessoas, quase todos os pensamentos costumam ser involuntários, automáticos e repetitivos. Não são mais do que uma espécie de estática mental e não satisfazem nenhum propósito verdadeiro. Num sentido estrito, não pensamos – o pensamento acontece em nós.

“Eu penso” é uma afirmação simplesmente tão falsa quanto “eu faço a digestão” ou “eu faço meu sangue circular”. A digestão acontece, a circulação acontece, o pensamento acontece.

A voz na nossa cabeça tem vida própria. A maioria de nós está à mercê dela; as pessoas vivem possuídas pelo pensamento, pela mente. E, uma vez que a mente é condicionada pelo passado, então somos forçados a reinterpretá-lo sem parar. O termo oriental para isso é karma.

O ego não é apenas a mente não observada, a voz na cabeça que finge ser nós, mas também as emoções não observadas que constituem as reações do corpo ao que essa voz diz.

A voz na cabeça conta ao corpo uma história em que ele acredita e à qual reage. Essas reações são as emoções.

A voz do ego perturba continuamente o estado natural de bem-estar do ser. Quase todo corpo humano se encontra sob grande tensão e estresse, mas não porque esteja sendo ameaçado por algum fator externo – a ameaça vem da mente.

O que é uma emoção negativa? É aquela que é tóxica para o corpo e interfere no seu equilíbrio e funcionamento harmonioso.

Medo, ansiedade, raiva, ressentimento, tristeza, rancor ou desgosto intenso, ciúme, inveja – tudo isso perturba o fluxo da energia pelo corpo, afeta o coração, o sistema imunológico, a digestão, a produção de hormônios, e assim por diante. Até mesmo a medicina tradicional, que ainda sabe muito pouco sobre como o ego funciona, está começando a reconhecer a ligação entre os estados emocionais negativos e as doenças físicas. Uma emoção que prejudica nosso corpo também contamina as pessoas com quem temos contato e, indiretamente, por um processo de reação em cadeia, um incontável número de indivíduos com quem nunca nos encontramos. Existe um termo genérico para todas as emoções negativas: infelicidade.

Por causa da tendência humana de perpetuar emoções antigas, quase todo mundo carrega no seu campo energético um acúmulo de antigas dores emocionais, que chamamos de “corpo de dor”.

O “corpo de dor” não consegue digerir um pensamento feliz. Ele só tem capacidade para consumir os pensamentos negativos porque apenas esses são compatíveis com seu próprio campo de energia.

Não é que sejamos incapazes de deter o turbilhão de pensamentos negativos – o mais provável é que nos falte vontade de interromper seu curso. Isso acontece porque, nesse ponto, o “corpo de dor” está vivendo por nosso intermédio, fingindo ser nós. E, para ele, a dor é prazer. Ele devora ansiosamente todos os pensamentos negativos.

Nos relacionamentos íntimos, os “corpos de dor” costumam ser espertos o bastante para permanecer discretos até que as duas pessoas comecem a viver juntas e, de preferência, assinem um contrato comprometendo-se a ficar unidas pelo resto da vida.

Nós não nos casamos apenas com uma mulher ou com um homem, também nos casamos com o “corpo de dor” dessa pessoa.

Pode ser um verdadeiro choque quando – talvez não muito tempo depois de começarmos a viver sob o mesmo teto ou após a lua-de-mel – vemos que nosso parceiro ou nossa parceira está exibindo uma personalidade totalmente diferente. Sua voz se torna mais áspera ou aguda quando nos acusa, nos culpa ou grita conosco, em geral por uma questão de menor importância.

A essa altura, podemos nos perguntar se essa é a verdadeira face daquela pessoa – a que nunca tínhamos visto antes – e se cometemos um grande erro quando a escolhemos como companheiro(a). Na realidade, essa não é sua face genuína, apenas o “corpo de dor” que assumiu temporariamente o controle.

Seria difícil encontrar um parceiro ou uma parceira que não carregasse um “corpo de dor”, no entanto seria sensato escolher alguém que não tivesse um “corpo de dor” tão denso. O começo da nossa libertação do “corpo de dor” está primeiramente na compreensão de que o temos.

É nossa presença consciente que rompe a identificação com o “corpo de dor”. Quando não nos identificamos mais com ele, o “corpo de dor” torna-se incapaz de controlar nossos pensamentos e, assim, não consegue se renovar, pois deixa de se alimentar deles. Na maioria dos casos, ele não se dissipa imediatamente.

No entanto, assim que desfazemos sua ligação com nosso pensamento, ele começa a perder energia.

A energia que estava presa no “corpo de dor” muda sua freqüência vibracional e é convertida em “presença”.

— por Eckhart Tolle

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Consumidores acostumados a pagar, em média, R$ 50 na botija de 13 quilos, em Manaus, criticam o novo aumento do gás de cozinha que foi anunciado, no início desta semana, pela Petrobras. Com o novo reajuste, o preço do botijão poderá custar até R$ 60, em alguns bairros de Manaus, onde o valor comercializado hoje chega a R$ 56, ou seja, acima da média local.

Na maior parte do Brasil o aumento foi de 15%, mas para a capital amazonense será repassado ao cliente 7% a mais no preço do gás liquefeito de petróleo (Gás LP, o gás de cozinha), segundo empresários do setor.

A alta representa, por exemplo, o valor de R$ 3,50 mais caro para revendedores que cobram R$ 50 em uma botija de 13 quilos. Segundo o presidente da empresa Fogás, José Benchimol, o aumento de 15% anunciado foi uma surpresa. Ele garantiu que serão repassados apenas 7% desse aumento para o consumidor final.

“A partir de hoje (ontem) vamos repassar para a rede de revendas um aumento de 7%. A Petrobras nos pegou de surpresa com esse aumento de 15% na refinaria”, afirmou Benchimol.

O empresário ressaltou que cada revendedor tem uma tática de mercado e, por este motivo, o preço será livre para cada um trabalhar. “Hoje, a venda está na faixa de R$ 46 a R$ 50, então será 7% em cima desse preço, mas cada um sabe como trabalha. Existem revendedores que cobram taxa de entrega, que só vendem na porta, então o preço será livre”, disse.

Insatisfação

Os consumidores da capital já se mostram insatisfeitos com a porcentagem mais alta. É o caso do professor da rede pública Pedro Vasconcelos, 36. Ele conta que mora com cinco pessoas e utiliza uma botija por mês, mas em alguns meses precisa comprar uma extra.

“Já estava nesse preço há bastante tempo, mas ninguém gosta de aumento. Até que não foi um absurdo, comparado com o aumento da gasolina”, observou o educador, ao ressaltar que com o aumento do gás ele terá que comprar uma botija menor e usar de uma forma racionada.

A dona de casa Lívia Maria, 40, classificou como um absurdo o preço do gás. Ela lamentou o fato do aumento em um item que ela afirma ser essencial. “É disso para pior! Nós compramos de R$ 56 e tem a taxa de entrega, esse aumento é um absurdo, pois o gás é algo essencial em uma casa. Não adianta a cesta básica diminuir e o gás aumentar. Vamos ter que cozinhar menos, será que é isso que o governo quer?”, observou.

O revendedor de gás Mauricio Soares, 30, que vende a botija de 13 quilos a R$ 53, afirmou que alguns clientes já reclamam do novo preço. “Eu também não queria o aumento, pois sou consumidor. As pessoas reclamam e tenho medo que elas comprem menos”, disse.

O aumento de 15% foi anunciado pela Petrobras na última segunda-feira (31), e os novos preços já estão sendo praticados desde ontem (1º) pelos revendedores. A estatal não reajusta o preço do gás de cozinha desde 2002. Na época, a empresa a empresa passou a usar políticas diferentes para os diversos usos do combustível.

O botijão de 13 quilos, que é o mais popular, vinha sendo subsidiado. Para outros vasilhames, o ultimo reajuste, também de 15%, foi concedido no fim do ano passado.

Por Asafe Augusto

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