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Cabeçalho Editorial Palavra de Fé

Palavra de fé

Palavra de Fé

O Evangelho do Reino a todas as nações

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“E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim”. (Mateus 24.14)

Todo cristão é missionário? Sim. Por quê? Porque todas as pessoas, ao confessarem Jesus como Senhor e Salvador de Suas vidas, passam a fazer parte do Seu Corpo, logo, da Sua Missão. Não são os cristãos que têm uma missão. É o Senhor que tem. E qual é essa missão? Espalhar o Evangelho do Reino “em todo o mundo como testemunho a todas as nações”.

Deus poderia fazer isso sozinho, mas nos dá o privilégio de participar da Sua Missão de levar o amor de Cristo aos perdidos. Devemos ser gratos por essa graça concedida a nós e entender que temos uma grande responsabilidade: ir pelo mundo e pregar o Evangelho a todos (Marcos 16.15). O Pai enviou o Filho à terra para dar salvação à humanidade perdida. E aqueles que passam a seguir Jesus são enviados por Ele (João 20.21) a propagar Sua mensagem por TODO o mundo, para, então, vir o fim.

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

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Quem perder a vida por causa de Jesus a encontrará

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“Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá, mas quem perder a vida por minha causa a encontrará”. (Mateus 16.25)


Você já deve ter escutado alguém dizer que precisa fazer algo para “ganhar a vida”. Geralmente, essa expressão está associada ao trabalho, ao esforço para ganhar dinheiro e alcançar os objetivos, a realização dos sonhos. Acontece que, nessa busca intensa e frenética de querer “ganhar a vida”, algumas pessoas acabam perdendo-a. Elas correm atrás do vento, perdem muita energia para bater metas, conquistar prêmios, ser reconhecidas, ganhar muito dinheiro para terem uma “vida boa”, mas vivem sem propósito.

E Jesus nos alerta sobre isso em Sua Palavra. “Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?” (v. 26). Todo dinheiro, toda riqueza, todo poder, todo reconhecimento, todas as pessoas e todos os bens que alguém tiver nesta terra não poderão garantir sua salvação. “Quem quiser salvar a sua vida a perderá”, ou seja, a nossa prioridade não são mais as nossas vontades, mas, sim, a vontade do nosso Pai. Morremos para nós, mas vivemos para Cristo. E isso é o que importa!

:: Dayane Nascimento [@dayanecristinan]

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Voltarei a abraçar meu ente querido depois da morte?

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Álvaro continua ferido por causa da ausência de sua esposa, que morreu há dois anos, depois de um breve e dura doença. Ele veio a mim com estas perguntas: “Sonho com frequência com ela. Será que voltarei a encontrá-la depois da morte? Eu a reconhecerei? Poderei abraçá-la?”

Tento esclarecer suas questões: Deus não contempla a morte de longe. Jesus a experimentou em sua carne. A morte de Cristo não pressupõe uma aniquilação: é um morrer para submergir em Deus.

Os discípulos de Jesus sofreram uma dura prova e se sentiram imersos em um redemoinho de ventos que os levou da morte cruel do Meste até as aparições do Ressuscitado. Foi difícil para eles reconhecerem Jesus. Queriam tocar suas chagas transfiguradas, mas não podiam, porque ele já pertencia à plenitude de Deus Pai.
No momento da Ascensão, Jesus se separou deles, deixando aberto o caminho até o lugar definitivo de onde o corpo seria transformado pela mesma glória do Cristo ressuscitado.

Os primeiros cristãos também tinham dificuldades para entender a ideia da ressurreição que os esperava. Eles se perguntavam: “Como ressuscitarão os mortos? Com que corpo voltarão à vida?” Paulo dá a resposta: “o que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.  Assim acontecerá com a ressurreição dos mortos. A corporeidade de nossa ressurreição transcende o que o olho jamais viu e o ouvido jamais ouviu, o que mente humana jamais se atreveu a pensar”.

Morrer é uma benção, é o beijo de Deus que nos desperta para uma nova existência. A ressurreição não é voltar à vida nem a reanimação de um cadáver. Mas é viver a mesma vida de Deus, que não é o Deus dos mortos, mas o Deus dos vivos.

Precisamos aprender a pensar nos mortos como pessoas viventes. A fé na ressurreição tem iluminado muitos “últimos momentos” e suavizado inúmeras despedidas.

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