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comunicadoO Portal do Purus vem por meio de este comunicar a todos patrocinadores e internauta que está, após 11 anos de atividade, encerrando os trabalhos e desligando o site.

Eu, Gilmar Peron, proprietário deste veículo de comunicação quero aqui agradecer a todos os patrocinadores e internauta que contribuíram para a manutenção e existência deste projeto. Teço ainda aqui agradecimentos ao amigo Agostinho Alves e brilhante profissional, a minha amável esposa Taciana Peron que sempre me apoiou em minhas decisões.

Não irei citar nomes de todos os patrocinadores e colaboradores para não correr o risco de esquecer alguém e magoar.

Estaremos dando continuidade apenas com os trabalhos fotográficos e postagens no Facebook.

Abraço a todos e desejo sucesso em suas caminhada.

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prefeito
FOTO: ASCOM/PMBA

Durante o discurso feito na data cívica do dia 5 de setembro, o prefeito José Maria Silva da Cruz prometeu a reforma de todas as escolas municipais da zona urbana para o ano de 2019. A notícia foi um alívio para os profissionais que estão sendo obrigados a trabalhar em estabelecimentos de ensino sem condições estruturais e pedagógicas, o que tem refletido necessariamente no desempenho das instituições em avalições externas, como a Prova Brasil.

De todas as escolas municipais que estão em estado de preocupação, duas denotam abandono total. A primeira é que já foi objeto de várias notícias do Jornal Opinião, que é a escola municipal Nilce Avilar, que só de olhar para a estrutura física, já se percebe que o poder público não dá uma demão de tinta desde a época da gestão da ex-prefeita Maria das Dores Munhoz (em 2010).

Outra escola que tem passado por dificuldades é a escola municipal Marta Augusta, que lida com a educação infantil.

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O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB – divulgado nesta semana, mostra a realidade das escolas púbicas (municipais, estaduais e federais) e privadas. Com Boca do Acre não foi diferente, uma vez que a média revelou, através de progressos e regressos, onde há investimento e abandono.

Nilce Avilar

Em plena zona urbana, um exemplo claro de abandono por parte do poder público municipal, é o da escola municipal Nilce Avilar. O estabelecimento de ensino despencou na média em 08 décimos de ponto, descendo de uma média expressiva no 9º ano, 5,2, para 4,4.

O decréscimo na avaliação é sensível a partir do momento em que se olha para a estrutura da escola, que ultimamente não tem oferecido condições para que a clientela e muito menos o corpo docente pudesse desenvolver um trabalho a contento.

Ainda de acordo com relatos fidedignos, a Semed, no ano passado, quando ocorreu a avaliação, não desenvolveu qualquer tipo de iniciativa de reforço escolar, material didático e pedagógico, para auxiliar professores e alunos. Ao contrário do que aconteceu em 2015, quando a escola tinha professores que eram destinados unicamente para trabalhar com aqueles educandos que apresentavam dificuldades de aprendizagem em Português e Matemática.

Pontos fortes

Mas o Ideb também pontos positivos. A escola estadual Jacinto Ale continua soberana, agora com a média de 7,8, uma evolução de 0,4 em relação ao índice que foi verificado no ano de 2015. Quem também desponta no mesmo nível de ensino, é a escola estadual Coronel José Assunção (GM 3) que alcançou a média 7,0. Em terceiro lugar, ainda em se tratando das séries iniciais da educação básica, ficou a escola municipal Benício Rodrigues Pena, com a média de 6,8, que apresentou crescimento de 03 décimos de pontos.

5 ano
Resultado das escolas de Boca do Acre, no 5º ano (Foto: Agostinho Alves)

9º ano

No 9º ano, as escolas Benício Rodrigues Pena e Coronel José Assunção (GM 3) lideram com a pontuação de 5,4. A primeira mostrou estagnação, mantendo a média de 2015, já a segunda evoluiu 0,4 décimos.

nilce avilar
Desempenho das escola municipais e estaduais no 9º ano (Foto: Agostinho Alves)

No ensino médio, verificado pela primeira vez, o resultado foi o seguinte:

• Escola estadual Antônio José Bernardo Vasconcelos: 4,0
• Escola estadual Coronel José Assunção: 3,5
• Escola estadual Barão de Boca do Acre: 3,2
• Escola estadual Lucas Pena: 3,2
• Escola estadual Almirante Barroso: 2,7

As piores médias

Os piores resultados, foram apresentados pelas escolas Lucas Pena (estadual) e Nilce Avilar (municipal), com ambas ficando com a média 4,7. No tocante ao desempenho, em comparação com o ano de 2015, quem ficou com a liderança negativa foi a escola municipal José Manuel dos Santos, que está situada na zona rural de Boca do Acre, na comunidade Boca do Iaco, que apresentou decréscimo de 1,1. A também escola municipal Primeiro Passo, situado no bairro Praia do Gado, perdeu 05 décimos de ponto.

No 9º ano, o vexame ficou com a escola Nilce Avilar, como dito acima.

Médias federal, estadual e municipal

A média do Brasil, nos anos iniciais do ensino fundamental foi de 5,8. Nos anos finais a pontuação foi de 4,7. No ensino médio, a média foi de 3,8.

A média do Amazonas, nos anos iniciais do ensino fundamental foi de 5,4. Nos anos finais a pontuação foi de 4,5. No ensino médio, a média foi de 3,5.

Em Boca do Acre, nos anos iniciais do ensino fundamental foi de 6,1. Nos anos finais a pontuação foi de 4,6. No ensino médio, a média foi de 3,2.

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Você sabe distinguir necessidade de desejo? Vamos dizer que necessidade seja algo que possa ser satisfeita, por outro lado, desejos jamais poderão ser satisfeitos. Quanto mais você tenta satisfazê-los mais ele pedirá. Um buraco sem fundo. “Quanto mais tem mais quer”. Um desejo é uma necessidade enlouquecida, que saiu do controle. Os desejos são uma das principais causa da infelicidade no homem e responsável pela destruição de nosso belíssimo e maravilhoso planeta que em nome do desenvolvimento e do progresso impensado e inconsequente tem maltratado a natureza.

Alimentar-se é uma necessidade do ser humano, não existe nada de errado nisso. Porém querer se alimentar em um restaurante luxuoso é um desejo. Hoje você tem uma bicicleta e pode desejar um carro, quando conquistar um carro certamente vai desejar outro modelo do ano ou um que seja mais veloz.

A necessidade é aquilo que é indispensável à vida. O desejo é aquilo que extrapola não somente as necessidades básicas como também financeira. A ponto de causar problemas futuros, como tristeza, dores, ressentimentos. Sentimentos negativos que tiram nossa paz de espírito e causam grandes estragos em nossa saúde física e mental.

O desejo é uma criação da mente e faz parte da infelicidade humana. Veja como fica infeliz quando não tem seus desejos atendidos/conquistados, parece até que o mundo está contra você e nada está a seu favor.

Essas necessidades enlouquecidas podem ser da ordem amorosa, materiais, ou de quaisquer tipos de sonho que esteja idealizando em sua mente. Não digo que não devas sonhar, mas que tenha consciência e sabedoria para discernir o que é necessidade e o que é desejo de modo que não venha cometer atos insanos, ou cair na rede de pecados para mais tarde colher frutos amargos.

O desejo é capaz de cegar completamente a pessoa a ponto de nem perceber que está prejudicando alguém ou algo, apenas para satisfazer momentaneamente aquele desejo enlouquecido de prazer. O desejoso maltrata e passa por cima, existem ainda aqueles que até roubam para satisfazer esse ego insaciável.

Na verdade, o desejo equivocadamente percebido internamente como uma necessidade, ou até mesmo como uma fonte de prazer tem sido o principal responsável pela tristeza deste mundo. Mas você também poderá questionar que os desejos fazem parte da evolução do homem e por isso fundamental neste processo de desenvolvimento tecnológico e descobertas importantíssimas para a humanidade. Por isso precisamos aprender a discernir necessidade de desejo.

Aprender a viver com o que é necessário é o mesmo que compreender aquele famoso ditado popular que diz “o pouco com Deus é muito, e o muito sem Deus não é nada”. Quando aprendemos e vivenciamos o verdadeiro sentido desta frase passamos a uma frequência mais elevada, que é o sentimento da gratidão.

Como escrevi em artigos anteriores a gratidão é o sentimento dos nobres. E na gratidão não existem desejos nem necessidades, pois a vida se torna um grande palco de apresentações teatral. E neste palco existe apenas sua maestria, você se torna o principal autor deste grande espetáculo.

A gratidão nasce da sabedoria. Aquele que é grato sempre terá motivos para ser grato e receberá a recompensa pela nobreza de seu coração. Ao invés de ficares pedindo a Deus por aquilo que não tens, que na verdade seria apenas mais um desejo, que tal focar naquilo que tens e agradecer?

Fico por aqui e desejo paz e saúde a todos

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festival de praia
FOTO: AGOSTINHO ALVES

A segunda domingueira do 24ª Festival de Praia de Boca do Acre sofreu um baque forte que comprometeu até certo ponto a realização do evento. Por volta das 17 horas, a praia ficou sem o serviço de energia elétrica, o que atrasou a programação. A energia retornou aproximada às 20 horas, quando foram dadas as condições que mais um dia de festa acontecesse, mesmo com um público bastante reduzido.

Assim que a luz voltou, os proponentes aos títulos de Garoto e Garota Verão 2018 entraram na passarela para mais um domingo de disputa, sob o olhar atento do corpo de jurados. Depois do desfile, foi a vez da banda do estado do Acre, Arregaça Aê, tocar ritmos variados, fazendo a galera que ainda se fazia presente nas areias da Praia do Gado agitar a noite fria.

A novidade da segunda domingueira foi a liberação do estacionamento. No sábado, no segundo Luau, motos e carros pagaram entre R$ 5 e 10 reais; já no domingo, a passagem de qualquer veículo foi liberada.

Luau agitado

Jadel Santos, ex-integrante da banda Rabo de Vaca, foi a principal atração do segundo luau. Cantando sucessos próprios, “na pegada do Negão”, o forrozeiro não deixou ninguém ficar parado e levantou o astral da praia, trazendo o público para agitar e dançar.

Encerramento

Conforme anunciou a organização do Festival de Praia, o próximo fim de semana será de muita festa, que se iniciará na sexta-feira (7), até domingo (9), quando a atração nacional, Solange Almeida, irá subir ao palco para fazer o show de encerramento dos 24 anos do evento.

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adjuto afonsoEm resposta às críticas da oposição à gestão atual do Executivo, o deputado Adjuto Afonso (PDT) sugeriu na manhã desta quinta-feira, 30, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que os deputados falassem também do que não foi feito em governos anteriores, que resultaram na atual situação do Estado, e que contavam com o apoio dos deputados que atualmente são oposição, segundo o parlamentar.

"O deputado Sabá Reis (PR) sempre se inscreve no Pequeno Expediente, fala mal do governo e vai embora, não fica para que os outros deputados possam se contrapor. Não é só vir aqui questionar um governo que tem apenas 10 meses e que está trabalhando, tanto na capital quanto no interior. Que sirva de reflexão para o deputado Sabá, que não é só reclamar, fale também daquilo que não foi feito nos governos anteriores", disse Adjuto Afonso.

O parlamentar destacou que em visita recente ao município de Autazes (a 114 km), - onde o deputado Sabá Reis disputou as últimas eleições municipais e perdeu -, se deparou com as obras inacabadas de um Escola de Tempo Integral, ainda da gestão do governador Melo, que teve o mandato cassado por denúncia de desvio de verba pública.

"Me chamou atenção em Autazes, e que o deputado Sabá Reis nunca questionou, uma Escola de Tempo Integral que começou a ser construída há cinco anos, no governo Melo, governo que ele defendeu e foi líder, e essa escola tá parada. O atual governador, há meses atrás, quando foi dar ordem de serviço, mandou que fosse dado continuidade na obra. Por que o Sabá não defendeu essa Escola quando foi líder do Melo, líder do David?", questionou Adjuto Afonso.

Ainda sobre Autazes, o deputado Adjuto falou sobre as obras do sistema viário, que estão acontecendo no município. "O governo que ele (Sabá Reis) aqui defendeu, tinha uma empresa que ia fazer o asfalto, que é a mesma que tá fazendo agora, só que iria fazer apenas um recapeamento. Hoje, a empresa está fazendo muito mais no sistema viário do que seria feito. O governo atual quando assumiu até suspendeu porque viu que aquilo não ia atender as necessidades do município. O deputado Sabá é inconformado e revoltado com as obras que estão sendo feitas no município dele, explicou o parlamentar.

Adjuto Afonso também respondeu sobre os salários atrasados dos terceirizados da área da saúde, que foi matéria nos jornais locais e abordada pelo deputado Sabá. "Uma pessoa que foi entrevistada disse que todos os meses o governo repassa o dinheiro, é uma prova de que quem não paga é o terceirizado, e isso não é culpa do governo", disse.

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O evento, que é um dos mais tradicionais do chamado verão amazônico, também contará com atividades esportivas e concurso da Garota e Garoto do Solfesta do sol em lábrea

A 28º edição da Festa do Sol, no município de Lábrea, a 700 quilômetros de Manaus, inicia nesta sexta-feira (31). O evento, que é um dos mais tradicionais do chamado verão amazônico, terá shows musicais, atividades esportivas e concurso para a escolha da Garota e Garoto do Sol.

A festa segue até domingo (2), dia em que acontece o show da atração nacional da festa, a cantora sertaneja Marília Mendonça. Bandas locais e da região também vão se apresentar durante os três dias de festa. As atrações Os Baladeiros, do Pará, e Rafinha Barba, de Humaitá, já estão confirmados.

A prefeitura do município informou que montou uma grande estrutura para receber os visitantes com dois palcos para shows – um na praia de Lábrea e outro na orla da cidade –, barracas para vendas de comidas e estandes para exposição de produtos regionais.

A cidade de Lábrea está localizada no rio Purus, entre os municípios de Canutama e Pauini. E para quem está planejando aproveitar a Festa do Sol, a MAP Linhas Aéreas oferece voos saindo de Manaus às sextas-feiras.

A companhia é a única que opera voos para o município, com preços e condições especiais para quem viaja em grupo. Segundo o gerente comercial da MAP, Alexandre Nascimento, esse tipo de serviço é bastante vantajoso, porque as passagens saem com valores mais em conta. Além disso, a logística da viagem é facilitada, porque todo o grupo faz o translado no mesmo voo.

Os grupos precisam ser de no mínimo dez pessoas. O serviço é oferecido para 14 municípios do Amazonas e do Pará em que a MAP opera. No Amazonas, a companhia atende Manaus, Parintins, Lábrea, Carauari, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Tefé, Eirunepé e Coari. No Pará, tem voos regulares para Belém, Porto Trombetas, Santarém, Itaituba e Altamira.

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adautivoO presidente da Câmara Municipal de Boca do Acre usou seu tempo regimental, durante a sessão ordinária dessa terça-feira (28) para fazer um retrospecto da história política do município, especialmente dos últimos 26 anos, segundo ele, marcados por decepções de personalidades que a população deu totais créditos de que iriam mudar o rumo deste lugar e a vida dos bocacrenses.

Dr. José

Adautivo se lembrou do ano de 1992, na eleição do ex-prefeito e médico, José Costa. O presidente disse que se recorda com clareza de detalhes, de que a população foi às ruas clamar por mudança, na esperança de dias melhores. No entanto, segundo relembra Adautivo, bastaram três meses para que fosse percebido que o grande e respeitado médico, era um prefeito incompetente.

JR do Vale

O agravante da história política de Boca do Acre, de acordo com o relato do presidente da CMBA, se deu com o saudoso JR do Vale. “Quatro anos depois, veio um jovem que prometia transformar Boca do Acre em um canteiro de obras e dois meses depois logo a posse, veio a alagação que levou junto a esperança do nosso município”, narrou.

O chefe do Poder Legislativo descreveu o ambiente da época, como uma realidade de perseguição, caos administrativo, tentativa de homicídio, entre outras práticas administrativas que prejudicaram o município.

Iran Lima

Passada a tempestade JR, Adautivo recobra os dois primeiros anos de mandato do ex-prefeito Iran Lima (2001/2002). Para o presidente, foram os dois melhores anos de um governo em Boca do Acre. Mas foi só: os dez anos que se seguiram, divididos em três mandatos, foram de uma administração que se assemelhou às antecessoras.

“Dez anos de desgaste, com prisão, afastamento. Dos doze anos, somente dois foram maravilhosos”, ressalta.

Dorinha

Seguindo a linha do tempo, se aproximando do presente, Adautivo passa pelo mandato da ex-prefeita, e hoje vereadora, Maria das Dores Munhoz – a Dorinha. “Em 2009 um novo grupo assumiu o poder, da então prefeita Dorinha, não demorou nem três meses, e o povo passou a chegar a conclusão de que prefeita era dominada. Foram quatro anos péssimos”, avaliou.

Zeca

Terminando a análise temporal da política local, Adautivo chegou ao atual mandato. “Em 2016 um outro grupo volta ao poder central do nosso município, falando que iríamos ver o desenvolvimento, liderado pelo atual prefeito Zeca Cruz. Não demorou muito para a esperança virar desilusão. Embora o senhor Zeca demonstre ter boas intenções de colocar o município nos trilhos, porém pessoas dentro do grupo têm pensamento contrário”, falou.

Município abandonado

“O município está abandonado, não vê uma obra capitaneada pelo governo municipal, não vê uma pintura de escola, uma pintura de posto de saúde. Se vê veículos chegando para a saúde, mas nada mais do que isso”, reclamou.

“O governador promete o asfaltamento da cidade, e só enrola”, alfinetou.

Reação em parceria

“A empresa não viria, por essa razão é importante nesse momento destacar a parceria entre o poder Legislativo e Executivo, na ida à Manaus. Lá simplesmente soubemos dentro da Seinf que a empresa que viria fazer os trabalhos (de pavimentação das ruas da cidade) abandonou o serviço, a obra, a empresa não viria para o município, conforme o contrato estabelecia”, informou.

“Na quarta voltamos para a Seinf, já com a presença do dono da empresa, dos vereadores e do prefeito. O empresário garantiu que nesta semana o maquinário estaria aqui no nosso município para iniciar os trabalhos”, completou.

Só asfalto é pouco

“Mas é muito pouco, só o asfaltamento, para um município que vive mais uma década de desgaste. Precisa de programa de geração de renda e emprego, ampliação no oferecimento de vagas na educação, conclusão das UBS’s, precisa de uma UBS na Praia do Gado, que atenda a demanda”, cobrou.

“Boca do Acre sofreu e continua sofrendo com desilusões. Zeca ainda tem uma chance de recuperar e dar uma reviravolta no seu governo”, garantiu.

Esperança de R$ 18 milhões

“Se as emendas do senador Eduardo Braga forem concretizadas, na ordem de 18 milhões, já poderão significar uma mudança. O governador, juntamente com o deputado Átila, garantiram que o Ceti (escola de tempo integral) vai iniciar no mês de setembro. São esperanças para manter viva.

Adautivo agradeceu a atenção que o deputado Átila Lins deu para os bocacrenses, assim como teve o deputado estadual Adjuto Afonso. O presidente também estendeu os agradecimentos ao prefeito de Boca do Acre.

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fabrício
FOTO: FACEBOOK

Um assunto tomou conta do cotidiano bocacrense nas últimas semanas. O fato é referente à venda da Clínica Onofre, construída pelo empresário do ramo de combustíveis e agora de internet, Tenisson Onofre, que até o dia 31 de agosto está locada para a Prefeitura de Boca do Acre.

O laranja

O comentário era de que o empreendimento havia sido adquirido pelo secretário de Saúde, Manuel Barbosa. A conversa mudou de figura e começou a ser dito que a clínica foi comprada pelo médico Fabrício Brito, mas que o recurso para tal aquisição não teria sido do próprio profissional de medicina, mas de outras personalidades, isto é, Fabrício seria nada mais do que um “laranja”.

Conversamos com o Secretário Municipal de Saúde, Manuel Barbosa, que respondeu ao nosso questionamento sobre ele ser ou não o autor da compra. Também perguntamos se a Prefeitura continuará locando o prédio para dar continuidade aos trabalhos que vem sendo realizado.

Três relatos e uma versão

Manuel negou categoricamente que tenha ocorrido ilegalidade na compra do imóvel, principalmente envolvendo seu nome, ou do prefeito José Maria. Sobre o aluguel, Barbosa disse que quando vencer o contrato, existe a intenção de continuar, mas que vai depender do novo proprietário.

Entramos em contato com o idealizador e construtor da clínica, Tenisson Onofre, que deu detalhes do processo de venda. Segundo Tenisson, o novo dono da clínica é o médico Fabrício, que não agiu como intermediário de ninguém, mas com recursos próprios e da família.

“Esses comentários de que o Fabrício é laranja de alguém não procedem, pois o mesmo efetuou a compra, em condições acordadas entre ele e eu. Foi uma entrada de 114 mil reais, mais parcelas de 18 mil reais, que no final totalizarão 600 mil reais”, explicou Onofre.

“Acredito que a clínica, que é um presente meu para Boca do Acre, estará em ótimas mãos, com uma pessoa que é da área, que tem sensibilidade para entender a necessidade da nossa população”, completou o empresário.

Quem também conversou com a nossa reportagem foi o médico, Fabrício Brito, que negou todo e qualquer envolvimento em um esquema que o colocasse como laranja. “Comprei a clínica sim, com o apoio da minha família, apoio moral e financeiro, com a ajuda com meu irmão, que vendeu um terreno que me ajudou a dar a entrada exigida pelo senhor Tenisson, que por sua vez, confiou em mim e fez um negócio praticamente de pai para filho”, disse o médico.

“Não vou negar que fiquei chateado com os comentários maldosos envolvendo meu nome. As pessoas precisam parar de medir as outras com a mesma régua que são medidas, pois nem todo mundo é igual, nem todo mundo está para fazer negócios fora da lei, escondidos. Eu tenho um propósito de vida e uma das etapas era a aquisição de um empreendimento desta natureza”, discorreu.

“Não temos o interesse em cerrar qualquer contato com a prefeitura, não por razões financeiras, mas porque se trata de um equipamento que tem contribuído muito para o município de Boca do Acre, atendendo a uma grande demanda”, disse.

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