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Boca do Acre

Atualidades

Nasa anuncia descoberta de dez novos planetas semelhantes a Terra

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A Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa)  anunciou hoje (19), em entrevista na Califórnia, a descoberta de dez planetas semelhantes à Terra. Eles fazem parte de um catálogo de "exoplanetas", como são chamados os planetas que orbitam em outros sistemas, fora da órbita do Sol.

O documento tem como base dados do telescópio espacial Kepler. A nova versão do catálogo traz 219 novos "potenciais" planetas, incluindo os dez com características semelhantes à Terra.

O catálogo, segundo a Nasa, mostra indícios da existência dos planetas, mas ainda é preciso mais dados para uma acurada classificação. Mesmo assim, no caso dos dez possíveis planetas similares à Terra, os cientistas apontam características interessantes, tais como o tamanho de suas superfícies, a maneira com que orbitam ao redor de suas estrelas e a presença de água e de uma parte rochosa líquida que poderia agrupar na superfície de um planeta rochoso.

Mais números e quatro anos de pesquisas

O documento reúne quatro anos de pesquisas baseadas nos dados recebidos pelo telescópio Kepler.  Esta é a oitava versão do catálogo e agora a Nasa aponta a possibilidade de existência de 4.034 candidatos a exoplanetas. Deste total, 2.335 já tiveram a confirmação de serem planetas reais.

Com os dez  novos exoplanetas adicionados ao catálogo, a Nasa amplia para 50 a quantidade de planetas que teriam condições semelhantes ao modelo terrestre e poderiam abrigar alguma espécie de vida.

Durante a entrevista, o cientista Mario Perez, que faz parte da Divisão de Astrofísica da Nasa, afirmou que os dados coletados pelo Kleper são únicos porque somente esse relatório tem planetas análogos ao sistema terrestre. "Essas informações podem ajudar e orientar futuras missões da Nasa para encontrar diretamente outra terra”, afirmou.

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Candidatos têm até hoje para se inscrever no Enem

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Hoje (19) é o último dia de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os interessados têm até as 23h59, no horário de Brasília, para se inscrever pela internet, no site do Enem. Aqueles que já fizeram a inscrição têm até o fim do prazo para fazer alguma alteração no cadastro, como por exemplo, a cidade em que desejam fazer as provas.

Até a noite de ontem (18), segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 5,62 milhões haviam concluído a inscrição. A expectativa é que os inscritos cheguem a 7 milhões. As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro.

Para concluir a inscrição, o candidato deve pagar a taxa de R$ 82. O prazo para pagamento vai até o dia 24 deste mês. Pelas regras do edital, estão isentos da taxa os estudantes de escolas públicas que concluirão o ensino médio este ano, os participantes de baixa renda que integram o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e os que se enquadram na Lei 12.799/2013 que, entre outros critérios, isenta de pagamento aqueles com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio, ou seja, R$ 1.405,50.

Os candidatos que solicitarem algum atendimento especializado ou específico, além da isenção da taxa do exame, deverão estar atentos aos documentos comprobatórios. Este ano, serão exigidos laudos médicos, que deverão ser enviados em formato digital pelo próprio sistema, além de outras informações, como o Número de Identificação Social (NIS), que comprove que o participante integra o CadÚnico.

O atendimento especializado é concedido àqueles que comprovarem, por informação do código de Classificação Internacional de Doenças (CID) e inserção de laudo médico, condições de autismo, baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência intelectual/mental, déficit de atenção, discalculia, dislexia, surdez, deficiência auditiva, surdocegueira e visão monocular.

Já o Atendimento Específico é garantido a gestantes, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar e, a partir de 2017, a outras condições específicas, para as quais deverá ser informado o CID. Um exemplo são os participantes diabéticos que usem bomba de insulina.

O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Em caso de problema na hora da inscrição, os candidatos podem ligar para o Inep pelo telefone 0800 616161. O atendimento é das 8h às 20h, no horário de Brasília.

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MPs de Temer contra florestas beneficiarão garimpo, grilagem e madeira ilegal

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Medidas alteram os limites de cinco Unidades de Conservação (UCs) no sudoeste do Pará, na região da rodovia BR-163, onde estão os maiores índices de desmatamento na Amazônia

Uma nota técnica do Instituto Socioambiental (ISA) mostra que as Medidas Provisórias (MPs) 756/2016 e 758/2016, se aprovadas, vão beneficiar latifundiários, garimpeiros, madeireiros ilegais e, provavelmente, grileiros de terras, ao contrário do que alegam o governo e parlamentares ruralistas.

As duas Mps estão entre os primeiros itens da pauta do plenário da Câmara. A votação deve acontecer entre hoje (16/5) e amanhã (17/5). As medidas alteram os limites de cinco Unidades de Conservação (UCs) no sudoeste do Pará, na região da rodovia BR-163 (Cuiabá-Santarém), onde estão os maiores índices de desmatamento na Amazônia. As Mps colocam em risco quase 1,2 milhão de hectares de florestas que estavam protegidas e que, com sua edição, em grande parte ficaram desprotegidas na prática. Isso acontece porque a maioria desse território deixará de ser Floresta Nacional ou Parque Nacional, por exemplo, para tornar-se Área de Proteção Ambiental (APA), tipo de UC que que permite a mineração, corte raso da vegetação e até a presença de propriedades privadas.

A justificativa das Mps e das emendas parlamentares seria regularizar posses de boa-fé, em especial de pequenos agricultores que estariam na região há décadas, e conter o desmatamento. O levantamento do ISA mostra, no entanto, que as áreas em risco vêm sendo desmatadas em larga escala e ocupadas ilegalmente principalmente nos últimos dez anos, depois que as Ucs foram criadas. A análise do ISA reforça que a aprovação das duas medidas vai emitir um sinal de que vale a pena apostar na ilegalidade, o que tende a estimular a grilagem e o desmatamento em toda Amazônia.

O levantamento detalha os interesses por trás das Mps. Aponta que foram realizadas várias operações de combate ao desmatamento, nos últimos anos, justamente nas áreas que, na prática, estão sendo desprotegidas. Há entre os interessados em áreas de mineração empresas de grande porte, como a Vale.

As Ucs alteradas foram todas criadas até 2006. De lá para cá, nessas áreas foram registrados Cadastros Ambientais Rurais (CARs) com milhares de hectares em trechos que deverão ser desprotegidos ou ter seu grau de proteção reduzido. Um CAR com quase 90 mil hectares foi registrado sobre a Floresta Nacional do Jamanxim. Casos como esses indicam o interesse de latifundiários e, muito provavelmente, de grileiros de terras sobre as áreas.

Previsto pelo Código Florestal de 2012, o CAR pretende viabilizar a regularização ambiental das propriedades rurais por meio do registro das áreas desmatadas e das que devem ser reflorestadas em cada uma delas. De acordo com a Lei, o cadastro é autodeclaratório, feito pela internet e não tem valor para fins de regularização fundiária. Apesar disso, ele vem sendo usado para tentar comprovar a posse legal de terras, sobretudo na Amazônia.

Entenda o que está em jogo

Em dezembro de 2016, o governo federal editou as Medidas Provisórias 756 e 758, alterando duas Ucs no sudoeste do Pará, na prática desprotegendo 305 mil hectares de florestas.  No Congresso, a desproteção foi ampliada para cinco Ucs e quase 1,2 milhão hectares.  O efeito dessas alterações será: Estímulo ao Desmatamento

A desproteção vai estimular o desmatamento onde ele mais avança na Amazônia. Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), 68% do desmatamento recente em unidades de conservação na Amazônia ocorreu nesta região, sendo a Floresta Nacional do Jamanxim responsável por 38% do total. Nesse cenário, qualquer flexibilização da proteção acelera o desmatamento e só se justificaria para reconhecer o direito das famílias que já estavam lá quando as Ucs foram criadas. Entretanto, pela proposta atual, todos os ocupantes, legais ou ilegais, seriam beneficiados. No caso do Parque Nacional do Jamanxim, que também será impactado para a construção da Ferrovia Ferrogrão, a desproteção abre caminho para o desmatamento no único setor da BR-163 que ainda abriga floresta contínua nas duas margens da estrada. O desmatamento também ameaça alcançar a Terra Indígena Sawré Muybu, do povo Munduruku, que ficou parcialmente sobreposta a uma APA.

Esquartejamento da Amazônia

A desproteção ocorre no local mais estratégico para evitar a fragmentação da Amazônia: a última conexão entre as florestas das bacias dos rios Tapajós e do Xingu. Embora a Amazônia seja vista como um bloco homogêneo, ela é formada por diversas paisagens e ecossistemas e sua gigantesca biodiversidade também depende da comunicação entre esses ambientes. Mas quando a floresta é fragmentada pelo desmatamento, populações de plantas e animais sofrem perdas e ficam mais vulneráveis à extinção, o fluxo de espécies e genes diminui e a biodiversidade vai sendo gradativamente perdida. A região é também um importante centro de endemismo, ou seja, abriga espécies que não existem em nenhum outro lugar. Parte das funções da floresta também é comprometida, como a formação e transporte de chuvas para o abastecimento e a agropecuária no centro-sul do Brasil.

Estímulo ao Crime Organizado

O governo explica que optou pela desproteção porque não consegue combater o desmatamento e o crime organizado na região, justificando que existe “uma escalada na violência contra agentes públicos, com o aumento de confrontos armados, emboscadas, e infelizmente mortes”, que o quadro geral é “baseado na extração ilegal de madeira, minérios e grilagem de terras” e que sua intenção é “promover a regularização de ocupações existentes desde a época em que fora criada a Flona do Jamanxim, além de permitir o regular assentamento de novas ocupações”.  Entretanto, essas ‘novas ocupações’ incluem desmatamentos recentes feitos por grileiros e madeireiros, cujo modus operandi já foi demonstrado por diversas operações de combate ao crime ambiental realizadas na região, entre 2008 e 2016 (Operação Boi Pirata, Operação Castanheira, Operação Rios Voadores, etc).  Ao regularizar grileiros recentes, governo e congresso incentivam o crime e também ajudam a financiar novas grilagens e desmatamentos na região.

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