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Crise na Funai fecha 5 bases de proteção a índios isolados

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Pressionada pelos seguidos cortes orçamentários e pela extinção de 87 cargos em comissão, a Funai (Fundação Nacional do Índio) suspendeu as atividades de 5 das 19 bases de proteção a índios isolados e de recente contato e analisa fazer o mesmo com outras seis unidades.

A falta de recursos também obrigou a Funai a retirar de campo seis funcionários que participavam da Operação Curaretinga 9, que visa combater garimpo na área indígena ianomâmi, em Roraima.

As Bases de Proteção Etnoambiental (Bapes) são vinculadas às 11 Frentes de Proteção Etnoambiental (FPE) da Funai e têm a dupla função de monitorar e proteger índios isolados e de assegurar os direitos de etnias de recente contato com o branco.

Com a medida, funcionários e equipamentos foram retirados dessas cinco bases nas últimas semanas.

Três estão na região do rio Purus, no sul do Amazonas –uma segue aberta apenas para o funcionamento de uma enfermaria do Ministério da Saúde.

As outras duas bases suspensas estão localizadas no Vale do Javari, na fronteira com o Peru e palco de conflitos recentes entre etnias isoladas e de recente contato.

Só uma base foi mantida no local, sob ameaça de fechamento.

Na avaliação interna do órgão indigenista, as Bapes já funcionavam de forma precária, principalmente por falta de pessoal.

Há atualmente 70 servidores, quando o mínimo necessário seria o dobro.

Na FPE Madeirinha-Juruena (MT), por exemplo, há cinco servidores para monitorar uma área de 3 milhões de hectares, o equivalente a 20 municípios de São Paulo.

Pressionado por funcionários da Funai sobre o assunto, o presidente do órgão, Antônio Costa, demissionário, admitiu nesta quarta (19) a “grave crise orçamentaria”, mas promete “os recursos necessários para o funcionamento das 11 FPEs”.

Com a extinção de cargos em março, 51 Coordenações Técnicas Locais foram fechadas, das quais três eram ligadas a FPEs: uma na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau (RO) e duas na Terra Indígena Yanomami (RR).

Impossibilitada de custear transporte e alimentação de seus servidores, a Funai teve de abandonar a Operação Curaretinga 9, feita em coordenação com outros órgãos e lideranças ianomâmis.

Os seis funcionários da Funai só participaram durante os dez primeiros dias da operação, iniciada em 23 de março.

A falta de verba atingiu também a PM amazonense, que tinha as despesas pagas pelo órgão indigenista e só deve ficar na metade dos 30 dias da segunda etapa.

O foco da operação é a região do rio Uraricuera, onde a Funai estima que haja cerca de 4.500 garimpeiros atuando ilegalmente em terra indígena. Com informações Folha de São Paulo.

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Saiba como novo sistema de identidade única funcionará no Brasil

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O projeto de lei que visa a criação de uma identidade única já foi aprovado pelo Congresso e deverá valer no país após sanção do presidente Michel Temer. O novo sistema de identificação substitui documentos como RG, CPF, CNH e título de eleitor.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o Documento de Identificação Nacional vai unificar diversos documentos brasileiros. O CPF será utilizado como base para identificação e vai funcionar por meio de dados biométricos, colhidos eletronicamente. A partir desta etapa, não será mais necessário apresentar outros documentos, como a Carteira Nacional de Habilitação ou o título de eleitor.

O documento poderá ser emitido pela Justiça Eleitoral e outros órgãos, caso o TSE autorize. A impressão será de responsabilidade da Casa da Moeda.

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Polícia aciona Interpol sobre sumiço de jovem que deixou livros criptografados no Acre

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O secretário-adjunto de Polícia Civil, Josemar Portes, confirmou ao G1, nesta segunda-feira (17), que o nome do estudante de psicologia Bruno Borges, de 24 anos, foi incluído na lista de pessoas desaparecidas da Polícia Federal no Acre (PF-AC) e que a Interpol – polícia internacional – foi acionada devido ao sumiço do jovem, desaparecido desde o dia 27 de março.

Portes afirma que o acionamento da Interpol é comum e ocorre conforme a evolução das investigações do caso. Ele afirma que não há indícios de que o jovem tenha saído do país, mas não descarta essa possibilidade para cobrir todas as linhas de investigação com as quais trabalha.

“Como a Interpol vai trabalhar e as técnicas que vai usar isso é com ela. O que sabemos é que o jovem se afastou do convívio. A possibilidade dele ter saído do país deve ser investigada, pois ele tinha dinheiro e é um rapaz muito inteligente. Não sei se é um indício, mas uma possibilidade sempre é. Isso é comum, uma outra hora a pessoa pode ser colocada no cadastro de desaparecidos da PF que aciona a Interpol”, explica.

Desaparecimento

A última vez que os parentes viram Bruno, no dia 27 de março, foi durante um almoço de família. O jovem voltou para casa e todos – mãe, pai e os outros dois irmãos – seguiram o dia normal de trabalho. Mais tarde, o pai dele, o empresário Athos Borges, retornou à residência da família e percebeu que o filho não estava.

No quarto do estudante, que ficou trancando por mais de 20 dias enquanto os pais viajavam de férias, foi encontrada – além dos 14 livros – uma estátua do filósofo Giordano Bruno (1548-1600). Os escritos, segundo a família, eram feitos há pelo menos quatro anos.

O artista plástico Jorge Rivasplata, autor da estátua, disse que acredita que Bruno seja a reencarnação do filósofo – queimado durante a inquisição – e tenha completado a obra dele. A escultura, de dois metros, foi entregue ao jovem no dia 16 de março e finalizada pelo próprio artista dentro do quarto. Pelo objeto, o artista disse que recebeu inicialmente R$ 7 mil e, em seguida, mais R$ 3 mil.

Sumiço inspirou jogos

O sumiço acabou inspirando a criação de alguns jogos para smartphone. Os aplicativos foram disponibilizados na Play Store, do Google, com os nomes “Menino do Acre”, “Encontro o Menino do Acre” e “Alquimistas do Acre”.

Na trama de um dos jogos, os jogadores devem desvendar o mistério que envolve o desaparecimento coletando os livros criptografados ao logo do percurso. No entanto, é necessário ser rápido e tomar cuidado para não cair em um rio de lava.

Outro game pede que o jogador toque na tela para procurar o “menino do Acre”. O jogo faz alusão à brincadeira do “quente ou frio?” e dá algumas chances para que Bruno seja encontrado antes de desaparecer para sempre.


Sobre as investigações, o delegado Fabrizzio Sobreira, coordenador da Delegacia de Investigação Criminal (DIC), afirmou que os amigos que ajudaram Bruno nas escrituras e criptografias teriam feito um pacto de sigilo para que objetivo real do projeto não fosse revelado.

Um grupo no Facebook, que reúne mais de 10,4 mil membros, tenta decodificar os 14 livros criptografados que o jovem deixou em casa. A página “Bruno Borges – Estudos” foi criada no dia 4 deste mês.

O administrador da página, o estudante universitário paranaense Alexandre Marques, de 24 anos, explica que, diferente de outras com teor cômico, a ideia foi juntar pessoas realmente interessadas em compreender o projeto de Bruno. Parentes e amigos do acreano também fazem parte do grupo, que é fechado.

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