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Carne suína acreana é autorizada a ser vendida para a Bolívia

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Após recente conquista do mercado peruano, agora é a vez da Bolívia autorizar a entrada da carne suína brasileira em seu mercado. Isso é uma conquista de intenso diálogo realizado pelo governador Tião Viana com o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil (Mapa) e os órgãos de controle boliviano.

O anúncio foi feito por Tião Viana em sua página de Facebook, na noite desta segunda-feira, 16. Inácio Moreira, diretor-presidente da Agência de Negócios do Acre (Anac), e Paulo Santoyo, diretor da empresa Dom Porquito, explicam em vídeo essa nova etapa.

“Hoje tivemos a notícia da liberação da carne suína brasileira na Bolívia. Recentemente, estivemos em uma comitiva com o ministério brasileiro no Peru e na Bolívia para tratar dessas liberações”, disse Inácio. “Os produtores têm agora mais uma segurança, pois temos um produto de qualidade e temos mercado”, complementou.

A conquista é comemorada também por Santoyo, que vê agora mais um desafio para a planta industrial a qual administra, fruto de uma parceria do governo do Estado e criadores de suínos. “Estamos autorizados a fornecer matéria prima de carne suína para as indústrias bolivianas. Isso vai demandar muito da Dom Porquito e dos nossos produtores. É um aumento de até 4 a 5 vezes da nossa produção”, afirma o empresário.

Ainda na manhã de segunda-feira, o governador Tião Viana recebeu em seu gabinete representantes da Cooperativa de Agricultores Familiares do Alto Acre (Cooperacre) que vieram agradecer por todos os esforços do governador junto à liberação da exportação da carne suína para os dois países.

“Estamos colhendo o fruto do desenvolvimento sustentável, garantindo industrialização e inclusão dos pequenos produtores na economia do estado. Esse é o caminho que o Acre deve seguir”, disse o governador.
A indústria acreana

O projeto Dom Porquito foi criado em 2011, durante o primeiro mandato do governo de Tião Viana, em uma iniciativa que ajudaria a consolidar um novo modelo econômico no Acre: a parceria público-privada-comunitária. A empresa é uma Sociedade Anônima em que a Agência de Negócios do Acre tem 37% das ações e os demais acionistas, 63%. Os investimentos, só no frigorífico foram R$ 62 milhões, enquanto o complexo todo já englobou cerca de R$ 86 milhões.

Os agricultores familiares, organizados em uma cooperativa, são responsáveis por realizar a engorda e cuidados para o crescimento do animal, que seguirá para o abate. A ração e orientações técnicas são fornecidas pela empresa.

O frigorífico, parte essencial para o projeto, foi inaugurado em 2015, com uma grande festa – com a presença do ex-presidente Lula -, do governador Tião Viana e de cerca de quatro mil produtores de todo o estado, em Brasileia, durante o Primeiro Encontro das Cadeias Produtivas Sustentáveis do Alto Acre.

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Comissão de parlamentares vai inspecionar obra da ponte do Madeira

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Depois de ouvir representantes do DNIT, os deputados que integram a Comissão Especial da Assembléia Legislativa de RO, criada para apurar denúncias de rachaduras em pilastras da ponte do Abunã, irão ao canteiro de obras inspecionar o serviço.

O presidente da Comissão, deputado estadual Jesuíno Boabaid (PMN), disse que até o final deste mês, os membros da comissão farão uma visita oficial na Ponta do Abunã, onde a ponte vem sendo construída sob a responsabilidade da empresa Arteleste.

Boabaid disse que a Comissão formulou convite especial para que parlamentares do Acre também integrem a comitiva. Até o momento, segundo ele, apenas o senador Sérgio Petecão(PSD), confirmou presença.

¨ Vamos ao local para ver como estão as pilastras. a denúncia que recebemos é que estão rachaduras, embora o pessoal do DNIT tenha negado durante audiência na comissão. Convidamos a bancada do Acre porque sabemos do interesse e da importância que essa obra tem para nosso estado vizinho. A comissão vai usar todas as prerrogativas a quem tem direito e tirar esse assunto á limpo¨, disse o deputado.

Orçada inicialmente em R$ 128 milhões, a obra está com o cronograma de entrega atrasado. A previsão é que seja concluída até dezembro de 2018.

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Dnit declara situação de emergência na travessia do rio Madeira

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O DNIT declarou situação de emergência na travessia do rio Madeira no distrito de Abunã, em Porto Velho, em função dos bancos de areia que comprometem a segurança das balsas. É uma situação recorrente, cuja solução definitiva virá apenas a partir da conclusão das obras da ponte, atualmente em ritmo bastante acelerado, com perspectiva de conclusão das fundações ainda este ano.

Depois, é só instalar as peças pré-moldadas e estará praticamente pronto o cruzamento do rio. O problema é que há outra questão igualmente emergencial que está sendo descuidada pelo DNIT e que já deveria ter mobilizado as bancadas federais de Rondônia e Acre.

É bem possível que as obras estruturais da ponte sejam concluídas sem o necessário acompanhamento da construção do acesso na margem direita, no sentido da corrente.

Acontece que enquanto o acesso da margem esquerda é de fácil execução em função das peculiaridades do trecho, que facilita a ligação com a rodovia, o lado direito vai exigir pesados investimentos para a elevação do leito da BR-364.

O acesso terá aproximados 1.8 quilômetro de extensão. E mais de 700 metros desse total terão que ser elevados em no mínimo cinco metros para prevenir eventuais alagamentos.

A Agência Nacional de Águas já exigiu do consórcio construtor da hidrelétrica de Jirau a elevação do leito da rodovia em todo o trecho afetado pelo remanso do reservatório. Acontece que tais providências serão implantadas até dois quilômetros antes da ponte. O acesso fica fora, portanto, para os aplausos da empresa que explora – e fatura fortuna – as balsas na travessia.

Mas isso está previsto no projeto, certo? Errado. O que está previsto é a execução da obra no leito original da rodovia, sem considerar a eventualidade de repetição da enchente histórica de 2014. Até porque, embora a cota da rodovia naquele trecho de 700 metros do acesso seja inferior até mesmo à do leito original para o qual a ANA determinou a elevação, o tráfego da ponte nunca seria interrompido por uma enchente. Porque já estaria totalmente obstruído muitos quilômetros antes. Agora mais não. A correção determinada pela agência transfere o problema justamente para a cabeceira da ponte.

Isso, claro, vai acrescentar elevados custos ao projeto original. E não é pouca coisa, considerada a necessidade de 700 metros de aterro. Não sei o custo adicional, mas imagino que extrapola em muito o orçamento.

Mais problemas: a obra da ponte foi licitada pelo Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). Ele acelera os procedimentos burocráticos, mas proíbe a celebração dos chamados termos aditivos que normalmente admitem correção de até 25% do valor total da obra. Isso, claro, pode ser contornado a partir de uma justificativa convincente, considerado o caráter excepcionalíssimo da situação.

O problema maior é o fator tempo. Não sou especialista e o povo do DNIT em Porto Velho evita conversar sobre o assunto, já que toda a gestão da obra é feita por Brasília. Está claro que as providências já deveriam estar em curso.

Mas se nossos políticos, como carro velho, só pegam no tranco, no DNIT parece haver o mesmo problema. O certo é que, se não for adotada urgentemente alguma atitude, não será possível fazer a tempo o encabeçamento da ponte. Os políticos dos dois estados sabem que a população perde, o estado perde e o sonho de um futuro ainda melhor para Rondônia perde  com um atraso de pelo menos um ano na conclusão das obras. Só quem ganha é a Amazônia Navegações, detentora há décadas da concessão para a travessia. Com informações rondoniaovivo/Blog do Chá por Carlos Henrique Ângelo

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